Podiam chamar-te amargor, amêndoa amarga açucarada, cuja ilusão é desmensurada, no tamanho da causada dor e em tanto desviada, da sua origem, da sua flor De quantos és o ouro falso, vergando em vez de elevar, fazendo cavaleiros descalços, sobre vidro estilhaçado caminhar Mas se o ouro dos tolos és, em abundância, é verdade, Escondes a existência, talvez, do veraz ouro da Humanidade
Poesia - desde o infinitamente pequeno até o infinitamente grande...