Sob o plástico branco que nos consome, Ninguém saberá os nossos nomes, Voltaremos um dia para os "nossos" países, Em que teremos de fingir que fomos cá felizes Levaremos no bolso algum dinheiro, Levaremos, é certo, desilusões, Por termos esperado humanismo, Mas encontrado gélidos corações
Poesia - desde o infinitamente pequeno até o infinitamente grande...