Imagino prados imensos com arvoredo e casas espalhadas, Num dia de sol e o mar ali ao lado, Imagino-me como o vento que às folhas das árvores dá cumprimentos, Descendo sobre elas, encontrando o calor e a frescura doutros ventos, Imagino-me, por fim, depois de ascender à certa altura, A planar em direção ao mar, fundindo com a sua azul brandura
Poesia - desde o infinitamente pequeno até o infinitamente grande...